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Como proteger seu pet dos fogos de artifício?

Convulsões, desmaios, vômitos, fuga são alguns dos sintomas. Saiba como prevenir




Todo final de ano o assunto pauta as redes sociais, pois o problema se repete. É comum o número de mensagens e postagens comunicando a perda de animais de estimação aumentar nesta época. São tutores desesperados com o sumiço de seus animais de estimação.


O motivo da fuga, na maioria das vezes, é o mesmo. Ou seja, os fogos de artifício. Para uns é uma festa linda, mas para outras pessoas significa um grande tormento. Perdidos, os pets acabam atropelados, são roubados ou se machucam gravemente ao tentar fugir. Isso acontece porque a audição deles é muito mais aguçada do que a de um ser humano. Eles escutam até quatro vezes mais longe que uma pessoa e são capazes de detectar o som em apenas seis centésimos de segundo, isto é, o,o6 segundo.





Por medo e por não saberem do que se trata, eles ficam muito assustados. Convulsões, desmaios, agressividade e fuga são alguns dos sintomas mais comuns. Isso ocorre em virtude do alto nível de cortisol produzido pelo organismo que provoca o estresse nos animais. “Em virtude desse alto índice do cortisol, que também baixa a imunidade do pet, esses casos podem, inclusive, evoluir para óbito”, afirma o médico veterinário Raffael Boschi.


Não é raro ver animais nitidamente perdidos e assustados pelas ruas nessa época do ano, correndo risco de morte entre os carros. Para evitar esse tipo de trauma para o animal e para os seus tutores, algumas medidas podem ser adotadas.


  • Tente não deixar o animal sozinho. Fique com ele em um local fechado, com melhor isolamento acústico, para diminuir os ruídos externos;

  • Permita que ele se esconda em um local seguro, mas fique atento para evitar que ele se machuque;

  • Aja com naturalidade durante a queima de fogos. Brinque com ele e acaricie-o para não reforçar a sensação de que algo estranho está acontecendo;

  • Ligue a TV ou o rádio. Barulhos familiares ajudam o animal a se acalmar;

  • Para os casos em que o animal fica muito agressivo, procure a orientação de um médico veterinário que poderá indicar o uso de alguns medicamentos sedativos, capazes de auxiliar no controle da ansiedade.






  • Boschi também lembra que alguns florais, que são medicações naturais, podem auxiliar no controle desse estresse, pois funcionam como calmante. Porém, ele alerta que medicamentos de uso humano não sejam utilizados nos animais. “Há restrições em muitos medicamentos, como o paracetamol, por exemplo, por serem tóxicos. Por isso, é importante consultar um profissional antes de tomar qualquer decisão nesse sentido”, alerta.











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